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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

[Conto] Jubilosos


Jaime caminhou pelo pátio do sítio e olhou a estrada ao longe. Podia ver a poeira que levantava ao passar de um comboio de camburões.

Saindo da velha casa de madeira, outros rapazes e moças ficaram atrás de Jaime.

- Quem são? – perguntou Joana.

- São policiais – disse Jaime – Acho que alguém na vila nos delatou.

- Mas o que eles vieram fazer aqui?

- Cumprir as profecias – respondeu Jaime.

As crianças que corriam pelo pátio também se ajuntaram ao grupo e, em seguida, outros homens e mulheres saíram da casa.

Há algum tempo haviam saído da cidade onde moravam, pois tudo indicava que se aproximava uma grande tempestade de eventos que poria fim à história deste mundo.

Tudo começou com um grande movimento evangelístico, levando com intensidade a mensagem do retorno de Jesus para todos os lugares. Quase que concomitantemente, surgiu no cenário mundial uma figura que se auto declarava o supra-sumo de todas as divindades e, claro, o novo Jesus, retornando em sua segunda vinda para restaurar o mundo; fazia milagres e realizava incríveis sinais.

Muitos acreditaram nele e em seus novos mandamentos. Líderes mundiais foram seduzidos por seu poder e curvaram-se diante dele.

Aqueles que não obedeciam às leis desse Jesus começaram a ser perseguidos. Marcos, por continuar obedecendo a bíblia, perdeu seu emprego e teve seus bens confiscados. Também não podia mais congregar em sua igreja.

Quando decidiu sair da cidade, por pouco, quase foi preso, mas conseguiu escapar, deixando para trás uma cidade que receberia as pragas de Deus, pois foram seladas com a marca do anticristo.

O jovem vagueou pelo campo até ser providencialmente encontrado por Antônio, um velho homem que o conduziu até um sítio onde pessoas fiéis a Deus permaneciam.

Estavam escondidos do mundo, vivendo do que plantavam e colhiam e, principalmente, de providências e sustento divino.

Mas, agora, parecia que o fim se aproximava. Cerca de trinta pessoas, de crianças a velhos, estavam no pátio quanto um homem fardado, protegido por diversos soldados em sua retaguarda, perguntou aos berros:

- Há uma sentença de execução contra vocês, por não obedecerem as novas leis. Como se declaram?

- Somos servos do Deus Altíssimo e não nos curvamos a leis humanas que vão contra Ele – gritou Marcos em resposta – Diante de suas leis, somos culpados. Mas perante Deus, somos justos.

O comandante abriu a porteira e seus soldados caminharam em direção ao pátio. Joana entoou um cântico – Jubilosos Te Adoramos – e todos a seguiram. Ficaram ali parados, cantando os refrões enquanto a milícia sacava rifles e soltava, com cliques, as travas das armas, seguido pelo barulho de engatilhamento de outras.

Conforme avançavam os passos, aumentava-se o som das vozes cantando, como se houvesse uma algo sobrenatural naqueles tons musicais.

Os soldados pararam e fizeram mira. Apontaram para crianças, jovens, adultos e velhos, mas a mira estava difícil, pois seus alvos brilhavam. Brilhavam mais, com luzes douradas e prateadas. Era quase ofuscante, mas os soldados ainda sustentavam as armas, aguardando a ordem de disparo.

Mais forte que a luz, o som parecia rasgar os tímpanos daqueles homens. Vozes fortes, potentes, cantavam “Aleluia, aleluia”, dando a impressão que não vinha apenas do grupo, mas de todos os lados. Alguns não resistiram, colocando as mãos nos ouvidos, largando as armas.

As vozes ficaram mais fortes; a luz mais intensa. O brilho e o som vinham de todos os lugares. O comandante, com a face marcada por uma grande chaga, conseguiu abrir os olhos. Viu, por um breve segundo, um exército de seres com asas, rodeando o pequeno grupo de fugitivos.

Ao olhar para o alto, foi como se suas vistas queimassem e não conseguiu ver aquilo que os santos de todo mundo aguardavam: Jesus, acompanhado de uma hoste de anjos, estava voltando. Vinha para buscar os seus, entre eles Marcos, Joana, Antônio e todos os outros que foram fiéis até o último momento e entoavam o cântico dos salvos.

domingo, 1 de agosto de 2010

A viagem de Lara, a gotinha - Um conto de Lívia Cruz

O conto abaixo foi escrito pela minha filha, LÍVIA CRUZ, durante uma atividade escolar. O papai coruja aqui gostou muito (Denis Cruz)

A viagem de Lara, a gotinha

Um certo dia de madrugada várias gotas d’água acordavam em cima de uma fofa nuvem.

Lara, a mais bela gotinha, com um laço na cabeça, conversava com suas amigas.

- Olá Lana, Lois, Ketlin, Cassiane e Melody. O dia está lindo! – diz Lara.

- Eu acho que vai chover! – fala a pequena Ketlin.

As gotinhas ficaram preocupadas e falaram:

- Mas se chover nós vamos cair!

Começou a chover e uma foi caindo uma de um lado e a outra de outro.

Lara caiu num poço d’água gritando desesperada:

- AAAAAh, socorro me ajudem!

De repente uma moça chamada Simone jogou o balde lá dentro para pegar água.

Lara pulou lá dentro e falou:

- Iupi! Estou salva.

Quando Simone chegou na cozinha com o bule fervendo Lara falou:

- Ih, não estou salva, socorro!

E caiu lá dentro. Depois de dois minutos, lá vai Laura evaporando para sua casa.

- Eu sou feliz – diz Laura.

Lívia Cruz tem 7 anos de idade e é uma menina muito feliz, como a Lara da história.

(tag: conto infantil, ciclo da água, história, paradidático,)

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Livro ALÉM DA MAGIA completa um ano

Há um ano a Casa Publicadora Brasileira lançou o livro ALÉM DA MAGIA, que conta a história de Pedro, o garoto que queria ser bruxo.

Após o lançamento do livro, fiz questão de criar este blog, disponibilizando na rede informações sobre o ALÉM DA MAGIA e diversos materiais gratuitos para os leitores e a galera da rede.

O livro ALÉM DA MAGIA tem me proporcionado grandes surpresas. Sua própria aprovação pela CASA foi uma sequência de eventos organizados, penso eu, por Deus – conforme contei AQUI.

Durante este um ano, tenho recebido um retorno maravilhoso dos leitores. Por email, Orkut, Twitter ou pessoalmente, crianças, jovens e adultos me contam o que acharam da obra. É comum falarem que se emocionaram, que se identificaram com Pedro, ou Tiago, ou Ana e que gostariam de saber mais sobre eles.

Preciso dizer para você, meu querido leitor e leitora, que o ALÉM DA MAGIA foi escrito em meio a muita oração. Você se emociona ao ler este livro porque a carga emocional que depositei em cada linha foi muito grande. Assim como o leitor descobre o que vai acontecer com cada personagem a cada capítulo eu também ia desvendando enquanto escrevia. Pode ter certeza que chorei exatamente onde vocês choram ou se emocionam ao ler o ALÉM DA MAGIA. Acredito que toda essa carga não tenha sido fruto da minha imaginação, mas fruto da atuação do Espírito Santo.

Nesse um ano, tenho recebido esses contatos de diversos leitores, sendo que algumas cartas publiquei aqui no blog e você também pode conferir as etapas do projeto Fábrica de Sonhos, que executamos em Cacoal/RO.

É uma benção maravilhosa ter este contato com você, leitor, que tem acompanhado as etapas e vitórias do ALÉM DA MAGIA. Você, com sua leitura e divulgação “boca a boca”, é o responsável pela posição do livro, por mais de sete meses, em segundo lugar entre os mais vendidos da CASA. Você é o principal responsável pelo esgotamento da primeira tiragem do livro e a encomenda de uma nova tiragem.

Deixo aqui meu muito obrigado ao meu Deus e a você, leitor deste blog e do livro ALÉM DA MAGIA.

Grande abraço,

Denis Cruz.

Ps.: Estou aguardando o lançamento de outros três títulos pela CASA, espero que você goste:
1) O dia em que a água acabou – conta a aventura dos irmãos Luca, Marco e Patrícia em um dia interessante que eles enfrentaram (creio que será lançado nos próximos meses).
2) Alex e os índios Terenas – é a aventura de um garoto da cidade grande, ALEX, no Pantanal do Mato Grosso do Sul. A história é emocionante e engraçada; adorei escrever este livro e creio que você também gostará (creio que será lançado até o fim deste ano ou no começo de 2011).
3) O Livro Amargo* – conta a história de um jovem que viveu em 1844, quando um homem chamado Guilherme Miller disse que Jesus voltaria naquele ano.

* Título sujeito a alteração.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

[CONTO] Coerência

"Estou feliz da vida." Era exatamente isso que estava escrito ao lado da foto sorridente de Cátia, no Orkut. No Facebook, a mesma foto com seu sorriso e cabelos negros lisos, a verdadeira imagem da perfeição e felicidade plena. Sua alegria também era retratada nas frases do Twitter, tais como "Dia mais feliz do mundo", "Eu sou feliz", "Amo meu namorado", e por ai vai uma relação interminável.

Melancólica, Cátia se sentou diante do computador. A tela exibia seu Orkut, que listava várias imagens também sorridentes. "Meus amigos", ela pensou, mas a melancolia se abateu ainda mais forte. Não eram exatamente amigos, daqueles na casa de quem a gente vai, sai com eles para uma lanchonete ou bate um papo ao vivo. Eram pessoas que haviam saído de algum chat ou comunidade virtual. Enfim, eram amigos virtuais, vivendo suas vidas virtualmente felizes na tela de um computador. Ah, o namorado também era virtual.

Cátia sentiu falta de um colo de verdade. Lembrou-se do pai, o delegado Augusto, que um dia chegou em casa e falou que um bandido homiziou-se na favela. "Homiziou-se?", ela perguntou naquele dia. "O que é isso, pai?" O Dr. Augusto riu, e disse: "Homiziar-se é esconder-se." Era exatamente isso que Cátia acabava de sentir a respeito de si mesma: havia se homiziado num mundo virtual, navegando em páginas de relacionamentos também virtuais, fingindo-se feliz com suas melhores fotos e frases perfeitas.

Ela não era a mulher forte e decidida retratada em suas frases de descrição de perfil ou na lista de comunidades. Aliás, participava de várias comunidades com ênfase no poder feminino, inclusive no de sedução, mas, na verdade, nem tinha muito jeito com os rapazes e passava horas para se decidir a respeito da maioria dos assuntos. Não era nada parecida com a líder nata retratada naquelas páginas.

Cátia mergulhou o rosto choroso na palma das mãos abertas. Aquilo tudo eram apenas verdades virtuais. Refletia o que ela queria ser e não o que ela realmente era. Pensou na diferença óbvia entre as palavras envolvendo esses conceitos: "virtual" e "real". Sentiu falta dos amigos da igreja e dos passeios juntos. Sentiu saudades até daqueles acampamentos desastrosos com os Desbravadores, quando chovia e estragava tudo. "Mas era tão intenso", ela lembrou, "tão verdadeiro." Fez uma pausa em seus pensamentos e chorou ao se lembrar da chuva caindo sobre a lona da barraca mal estacada. "Era tudo tão REAL!"

A jovem enxugou o rosto e olhou para a tela reluzente do computador. Não era exatamente ela que estava retratada naquelas páginas. Iria reformulá-las em breve. Apesar dos bons amigos que encontrou nesse universo de dados e imagens sorridentes, queria sair mais de seu refúgio e se relacionar com pessoas que se materializassem de verdade diante dela.

Cátia pegou o telefone e ligou para uma amiga da Igreja:

- Oi, Pri. Saudades de você. Não estou muito bem hoje e queria conversar com uma amiga.

- Sério! Mas vi seu Orkut hoje. Você me pareceu tão feliz.

- Pois é. Mas, às vezes, uma verdade virtual pode ser uma mentira real.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

[CONTO INFANTIL] O Brinquedo

Fernando sentia um misto de euforia e vergonha no dia do brinquedo. Ficava todo animado, pois brincaria com coisas diferentes. Porém, tentava esconder seu próprio brinquedo para que ninguém visse.

Assim que a professora anunciou a hora da brincadeira, os alunos tiraram da mochila o equipamento de diversão. Fernando aproveitou o alvoroço e depositou no meio dos diversos brinquedos um carrinho artesanal, feito pelas mãos habilidosas de seu avô Lourival.

Sendo de uma família muito humilde, raramente ganhava brinquedos. Sabendo disso, o avô o presenteava com carros, caminhões e até bonecos de madeira. Brincar em casa era divertido, mas sempre tinha receio de que os amigos fizessem alguma troça por só trazer artesanato e não um daqueles belos e brilhantes objetos de divertimento que passavam na televisão.

Ao iniciarem as brincadeiras, Fernando encontrou um boneco de seu super-herói preferido. Não podia acreditar que poderia brincar com aquela réplica que piscava luzes e imitava a voz do herói. O garoto, que sempre quis ter um daqueles bonecos, viajou na brincadeira e nunca antes a hora do brinquedo passara tão rápida.

Quando a professora anunciou que estava na hora de se arrumarem para a saída, foi aquele tumulto. A criançada correndo, pegando cada um seu brinquedo e colocando dentro das bolsas.

Ao chegar em casa, Fernando teve uma surpresa. Por engano, havia colocado dentro da mochila o boneco do herói e, certamente, alguém também levara seu carrinho de madeira enganado.

Segurando o brinquedo com as duas mãos, Fernando sentiu o forte desejo de possuí-lo. Não o devolveria na sala. Naquela confusão, ninguém jamais suspeitaria de quem havia pegado o brinquedo.

Porém, essa ideia foi confrontada com a voz de sua consciência. Aquilo seria como roubar alguém. Mas Fernando queria muito ter o brinquedo e sabia que jamais teria condições de comprar um.

Não conseguiu brincar com o boneco naquela noite e dormiu pensando se o devolveria ou não para o verdadeiro dono.

No dia seguinte, Fernando caminhou para a escola. O super-herói ia dentro de sua bolsa, pois já tinha tomado a decisão de devolvê-lo.

Porém, ao chegar no portão, um amigo chamado Vitor o parou, dizendo que, no dia anterior, por engano, tinha ficado com o caminhão artesanal. O pai de Vítor interrompeu a conversa e disse para Fernando que era colecionador de brinquedos de madeira e que, fascinado com o carrinho, queria comprá-lo.

- Não posso vendê-lo - disse Fernando e, depois de pensar um pouco, falou: - mas ficaria contente se o senhor o aceitasse como presente.

O homem aceitou de imediato e Fernando comentou que também levou um brinquedo errado para casa.

- Esse boneco é meu - disse Vítor ao ver o super-herói nas mãos do amigo. - Ou melhor, agora é seu, pois eu também lhe dou de presente.

Quase sem acreditar no desfecho daquela situação, Fernando agradeceu ao colega e se surpreendeu quando, nas semanas seguintes, brinquedo artesanal virou modinha no dia do brinquedo.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Aproveite a CASA On Line


Aproveite a 27ª edição da Casa Online de Inverno! Livros com preços reduzidos e frete grátis. Você pode comprar pelo site da CPB ou pelo 0800-9790606. Sábado, a partir das 19h, e domingo, das 8h às 24h (horário de Brasília).

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quinta-feira, 17 de junho de 2010

[Entrevista] Lilian Lima - Atendente do SAC da CASA


Enquanto navegava por duas comunidades da CPB no Orkut, criadas por leitores, deparei-me com algo interessante: pessoas faziam perguntas das mais diversas ali, tanto sobre livros quanto a dúvidas que seriam facilmente respondidas no SAC da empresa. Mas não foi exatamente isto que me surpreendeu, pois é comum fazerem perguntas no Orkut. Minha surpresa foi com a atitude de uma jovem que usava o nome de L!L!k@ e respondia, com maestria e extrema simpatia, as questões dos internautas. Não resisti e perguntei se ela, por acaso, trabalhava na CASA. A resposta foi afirmativa. Lílian de Oliveira Lima, a L!L!k@, nasceu em Mauá/SP e atualmente cursa gestão empresarial com ênfase em comércio exterior. Confira a entrevista que ela nos concedeu e descubra exatamente onde ela trabalha

Lílian, há quanto tempo você trabalha na Casa Publicadora Brasileira? Como surgiu a oportunidade de trabalhar na CPB?
Agora no dia 02/06 completou 2 anos que estou trabalhando na CPB. A oportunidade do trabalho surgiu de uma iniciativa de marcar uma entrevista e expor o meu desejo pelo trabalho. Depois de algum tempo fui convocada e graças a Deus deu certo.

Qual o setor que você trabalha e como é o clima entre o pessoal?
Eu trabalho no serviço de atendimento ao cliente (SAC) e particularmente amo meu trabalho. O clima é extremamente agradável, tanto por parte dos colegas de trabalho e da equipe como, também, por parte dos nossos clientes o público que diariamente entra em contato conosco.

Há quanto tempo você é adventista? Como aconteceu sua conversão?
Eu tive o privilegio de nascer num lar adventista e minha conversão, acredito, se renova constantemente, a cada situação, cada dificuldade e vitória, eu posso perceber o cuidado de Deus na minha vida e isso é um fato do qual eu me alegro bastante.

Trabalhar na CPB influenciou de alguma forma na sua vida espiritual? Como?
Com toda certeza, acredito que oportunidade de trabalhar diretamente no evangelismo, na distribuição da mensagem, é uma oportunidade que influencia muito a vida espiritual. Acho que o sucesso profissional não pode ser completo se não vivermos aquilo que divulgamos.
Nas vendas nós aprendemos que só se consegue vender bem aquele produto que você acredita, pois só assim falará convicto e confiante para o consumidor de que vale a pena adquirir aquele produto. Na casa publicadora não é diferente, é muito importante acreditar e vivenciar para demonstrar que os materiais ali produzidos realmente fazem diferença na vida das pessoas e estou convicta em falar que as primeiras pessoas onde essa diferença é feita é em nós, "os funcionários."

Lilian, você já passou por alguma situação interessante no atendimento?
Sim, eu passo por situações interessantes praticamente todos os dias, desde situações mais delicadas, dais quais é preciso um cuidado especial para lidar, como situações mais engraçadas que tornam o nosso trabalho mais emocionante. Como, por exemplo, clientes que pedem materiais bem diferentes que não trabalhamos, nomes de livros errados que fica muito engraçado, enfim, temos uma lista enorme de "gafes", tanto dos clientes como por parte dos atendentes também.
Um ponto muito gostoso de ressaltar são os pedidos de oração que as pessoas fazem. Realmente, são muitas as ligações diárias que recebemos com pedidos de orações e nós anotamos todos e fazemos orações especiais por eles. Nós nos sentimos muito honrados pela confiança dos irmãos nas nossas orações.
Enfim, nós costumamos dizer que uma pessoa pode trabalhar no SAC por muitos anos, mas sempre vai deparar com situações diferentes e interessantes das quais nunca viu antes. Temos que estar preparados para atender essas situações interessantes sempre da melhor forma possível e é isso que torna o nosso trabalho mais dinâmico e empolgante.

No próximo dia 19 e 20 de junho teremos a Casa On Line. Como fica o atendimento nesses dias? Você costuma fazer, aproximadamente, quantos contatos nesses períodos promocionais?
No próximo final de semana ocorrerá um grande evento muito esperado pela CPB, que é a CASA on line, onde os materiais em sua maioria recebem preços especiais de desconto e é disponibilizado vários brindes aos clientes. Nesse período, o fluxo de ligações é muito grande, muito maior do que costumamos atender no dia-a-dia, nesta data todas as nossas linhas são disponibilizadas somente para vendas.
É chamado muitas pessoas de outros setores para ajudar no atendimento, pois o fluxo de ligações é realmente é muito grande. Nos últimos eventos a CASA contou com aproximadamente 100 atendentes disponíveis para nossos clientes.
A quantidade de contatos que atendo nesses períodos realmente é uma pergunta curiosa. Não sei dizer precisamente, mas creio que 100 ligações, provavelmente, são atendidos por um único atendente, embora seja bastante relativo, dependente de vários outros fatores como tamanho do pedido, quantidade de informações que terão que ser passadas, etc.
No geral, esses eventos promocionais realmente mexem com toda a editora. A empolgação, a expectativa, é muito grande. É nesses eventos que valorizamos ainda mais nosso trabalho e a importância que ele tem para que esteja ao alcance de todos os tão valiosos e abrangentes materiais que na Casa Publicadora Brasileira são produzidos.

Nota do Entrevistador (Denis Cruz): É comum passarmos muita raiva quando precisamos de atendimentos em SACs convencionais. Isto nunca me ocorreu em ligações realizadas para a CPB. Ao contrário, sempre fui muito bem atendido por pessoas realmente preparadas para lidar com o público. Essas pessoas – e irmãos – que estão no outro lado do 0800, realmente estão de parabéns. Nesta Casa On Line, podem ter certeza, estarei ali congestionando a linha.
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segunda-feira, 14 de junho de 2010

[CONTO] Escolhas


Renando olhou para o estádio cheio. O povo nas arquibancadas fazia uma grande festa naquela tarde de sábado. Gritavam, aplaudiam, sopravam cornetas e afins. Entoavam o hino de seu time adorado que estava com seus jogadores enfileirados no gramado lá embaixo. Assim que o hino acabou, a algazarra foi ainda maior. Entre toda a euforia e barulho, ainda se podia distinguir um som comum. A torcida entoava um nome: "Renando! Renando!"

Aclamado pelo público, o jogador acenou em direção das arquibancadas e caminhou até o centro do campo.

Os times se preparavam e o estádio tremia ao som dos torcedores. Mas Renando estava inquieto e não era por causa do jogo.

O árbitro, com a bola embaixo do braço, se aproximou da área central. Pediu para que os capitães dos times fizessem suas escolhas quanto à moeda que seria lançada para definir quem ficava com a bola ou com o campo de sua preferência.

"Escolha!", pensou Nando e girou em torno do próprio corpo, olhando os colegas de camisa, o campo verde e a torcida agitada, gritando seu nome. Olhando para o público, deu um passo lento em direção à lateral do campo. Outro passo. Mais um. Os colegas de campo mal perceberam, mas agora Renando corria, saindo pela lateral do gramado.

A torcida, sempre atenta, levantou para acompanhar a corrida do jogador que, agora, se embrenhava no vestiário. Nando podia ouvir o som do estádio acima, reverberando nas paredes brancas do vestiário.

- Renando! - gritou o técnico enquanto seu melhor jogador abria o armário e pegava a chave do carro. - Você está ficando louco? Volte lá pra cima, agora!

- Não posso! - disse Nando e caminhou para a porta. - Preciso fazer a escolha certa desta vez.

- O clube vai te processar, seu moleque! - esbravejou o técnico. - Vai tirar tudo o que você tem com as multas do contrato. Se você passar por esta porta eu mesmo farei questão de destruir sua carreira no futebol.

Nando tinha alguns impropérios para cuspir no técnico. Foi assim que sempre aprendeu, era assim que sempre reagia. Mas algo estava diferente nele. Havia uma tranquilidade naquele momento, embora soubesse das consequências de sua atitude.

O jovem jogador parou diante do treinador, colocou as mãos em seus ombros e disse:

- Faça o que achar melhor - sorriu e saiu correndo, vestido com o uniforme de seu time.

Lá fora do estádio, desviou-se de alguns torcedores e deu autógrafos para dois mais insistentes. Entrou no carro e acelerou, conferindo a hora. "Ainda dá tempo."

A cidade passava rápida e em poucos minutos Renando estacionou o carro em frente a uma construção bonita, em forma de chalé. Enquanto corria pela lateral do prédio, ouvia pessoas cantando lá dentro. Entrou ofegante pela porta lateral dos fundos e um homem grisalho se assustou ao vê-lo entrando de supetão.

- Ainda dá tempo? - perguntou Renando.

- A... acho que s... sim - gaguejou o homem assustado e entrou para os corredores, voltando em seguida com uma túnica branca. - Vista isto e vá por ali.

Nando vestiu a túnica por cima das vestes de jogador. Tirou a chuteira e foi pelo corredor, até alcançar uma escada em espiral. Subiu e, lá no alto, viu o pastor Oséias, dentro de um tanque cheio de água.

- Vamos ter que mudar um pouco o protocolo desta sabática tarde de batismos - disse o pastor ao microfone, virou-se para Nando e estendeu-lhe a mão, para que entrasse no tanque batismal.

Segurando a mão do homem que, por seis meses, lhe dera estudos bíblicos, Renando entrou nas águas.

- Você tem certeza que quer isto? Tem certeza que está preparado? - perguntou baixinho o pastor Oséias ao jovem jogador que tinha demonstrado muito interesse e entendimento durante os estudos. Nando apenas sorriu e acenou afirmativamente com a cabeça. Lágrimas já lhe cobriam os olhos.

Oséias abraçou o aluno e falou ao microfone:

- Nós já fizemos os votos batismais e já batizamos todos os irmãos desta tarde. Até agora meu coração estava apertado, pois senti a falta deste valoroso jovem, que, no fim de nossos estudos bíblico, tinha informado seu nome para ser batizado hoje. Ele se atrasou um pouco, mas está aqui. - Oséias sorriu para um Nando encabulado, que olhava para toda a nave da igreja lá embaixo. Duas ou três centenas de pessoas sorriam para ele. - É comum fazermos o voto batismal lá embaixo, antes de nos prepararmos para o tanque, mas, com eu disse, hoje vamos quebrar esse protocolo.

O pastor fez, então, uma série de perguntas para Renando e ele disse "sim" para todas. Então pegou em seu braço e o afundou nas águas após dizer:

- Eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Ao ser levantado das águas, Nando abraçou Oséias. Lá embaixo a igreja cantava e havia, no Céu, um barulho muito mais alto e infinitamente mais harmônico que aquele do estádio, pois anjos rendiam louvores por causa de mais um pecador que se achegava aos braços de Deus.

domingo, 30 de maio de 2010

[Conto em áudio] Viva a coerência

Narramos o conto VIVA A COERÊNCIA - publicado na Conexão JA abril-junho 2010.

Basta clicar na imagem abaixo para ouvir o conto ou CLICAR AQUI.

VIVA A COERÊNCIA.

Para baixar o conto, CLIQUE AQUI (4Shared)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Tô Sabendo - Áudio do 1 ° Programa - NAMORO


Estamos liberando o áudio completo - incluindo as músicas - do 1° Programa Tô Sabendo, que vai ao ar pela RÁDIO JACA, às sextas-feiras, 19h.

Para ouvir, basta clicar no link do 4sahred abaixo. Você poderá fazer o download do audio ou ouvir diretamente no site (basta apertar o Play, que o site já "toca" o áudio).

No futuro, disponibilizaremos o segundo programa.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Por que os Adventistas guardam o Sétimo Dia?


Por várias vezes me perguntaram isto. Minha resposta é sempre bem simples: É a regra que está bem clara na Bíblia.

a) Deus criou o mundo em seis dias, abençoou e santificou o Sétimo Dia (shabbat); (1)
b) Deus colocou a guarda do Sétimo Dia nos dez mandamentos, como memorial da criação; (2)
c) O messias encarnado, Jesus, guardou o sábado e deixou regras bem claras sobre como observá-lo (ir à igreja, fazer o bem, dedicar-se exclusivamente a Deus e ao próximo neste dia, abandonando os interesses pessoais para servir ao Criador e aos Seus filhos). Ele não veio para revogar a Lei. (3)

Simples assim.

Alguns dizem: Mas a Lei está revogada. Respondo: Sério, onde está escrito isto? Então leio Mateus 5:17: "Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir." Cristo não veio para revogar ou mudar a Lei de Deus.

O que foi extinto foram as leis que se referiam ao simbolismo do sacrifício. A regra é simples: as leis que indicavam a encarnação, vida, morte e ressurreição de Jesus foram revogadas. Essas leis (ordenanças) eram sombras(4) do verdadeiro Plano da Redenção. Quando a morte real de Jesus aconteceu, passou ser desnecessária toda a legislação que apontava para este evento. Agora olhe o mandamento do sábado: “porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao Sétimo Dia, descansou; por isso, o SENHOR”. (Êxodo 20:8-11) Ele é sombra de algum evento futuro? Não! Ele aponta para o passado, pois é um memorial da criação. Ou seja, este mandamento não foi revogado, anulado, apagado ou mudado.


Simples, não é?

Mas algumas pessoas me perguntam também por que “não faço nada” aos sábados. Para começo de conversa, não é bem assim. Eu faço um monte de coisas que não poderia fazer nos demais dias. O sábado é meu dia (5). O dia que sou exclusivamente da minha família, do meu Deus e daqueles que precisam de mim. É um ótimo dia.

Vale lembrar que a maioria das igrejas cristãs tem como dia de descanso o 1° dia da semana (domingo, sunday, dia do sol) e se você é um cristão, observe as regras de guarda deste dia. Revise as regras do catecismo ou as declarações de doutrina de sua denominação sobre a observância do domingo e atente para o seguinte aspecto: a sua denominação determina que você faça no 1° dia da semana exatamente o que eu faço no meu Sétimo Dia.

Aquilo que eu faço (ou não faço), você também deveria fazer (ou não fazer) no seu dia de descanso.

Notou que não são os adventistas que precisam dar tantas respostas? Só seguimos o que a Bíblia diz, do jeito que ela determina, no dia que ela aponta. Se você ler atentamente as regras sobre dia de guarda da sua denominação (e sugiro que estude documentos oficiais e não simplesmente aceite explicações de seus líderes), as perguntas que ficam são as seguintes:


1) Por que mudaram a guarda do Sétimo Dia para o 1° dia? Há alguma autorização escrita e clara na Bíblia que autorize tal mudança? Onde?
2) Por que você não guarda o seu dia de descanso exatamente como os Adventistas guardam o Sétimo Dia? Se você guardar o 1° dia da semana da forma correta, estará atendendo ao que determina a Bíblia, ou será uma contradição, pois ela diz, claramente, ser o Sétimo Dia o de descanso?

Abra a Palavra de Deus e busque respostas. E não se esqueça de pedir o apoio do Espírito Santo. Ele certamente lhe dará o entendimento e a coragem para aceitar aquilo que Deus fala de forma tão clara, sem a alteração de mãos humanas, ou sem a lábia sedutora de muitos intérpretes que desviam o real sentido de Sua Palavra.
................

(1) Gênesis 2:3 E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.

(2) Êxodo 20:8-11: Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou.

(3) Mateus 5:17-18 Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra.
Lucas 16:17 E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til sequer da Lei.

(4) Colossenses 2:17 porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo.
Hebreus 8:5 os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes, assim como foi Moisés divinamente instruído, quando estava para construir o tabernáculo; pois diz ele: Vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo que te foi mostrado no monte.
Hebreus 10:1 Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca jamais pode tornar perfeitos os ofertantes, com os mesmos sacrifícios que, ano após ano, perpetuamente, eles oferecem.

(5) Marcos 2:27 E acrescentou: O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado;


terça-feira, 4 de maio de 2010

Nosso “bem” mais precioso - Texto de Michelson Borges

Semana passada, minha esposa, nossas duas filhas e eu fomos ao ultrassonografista ver como está o bebê que cresce no ventre da minha amada. A grande expectativa era saber o sexo da criança. Depois de acompanhar atentamente por um monitor as imagens em preto e branco do ultrassom, veio a confirmação do médico: é menino! Um misto de surpresa e alegria tomou conta de nós. Será uma experiência diferente. Um garotinho vai chegar ao nosso lar! Mais uma criança para levar para o Céu. Mais um tesouro precioso que Deus coloca em nossas mãos. Pouco depois, pensando nesse privilégio e nessa responsabilidade, lembrei-me de um texto anônimo que recebi por e-mail tempos atrás:

Um homem chegou em casa tarde do trabalho. Cansado e irritado, encontrou o filho de cinco anos esperando por ele na porta.

– Pai, posso lhe fazer uma pergunta?

– O que é? – respondeu o homem.

– Quanto você ganha em uma hora?

– Isso não é da sua conta! Por que você esta perguntando uma coisa dessas? – disse o homem, agressivo.

– Eu só quero saber . Por favor, me diga: Quanto você ganha em uma hora?

– Se você quer saber, eu ganho 50 reais por hora.

– Ahh... – o menino respondeu, com a cabeça abaixada.

– Pai, pode me emprestar 25 reais?

O pai estava furioso:

– Essa é a única razão pela qual você me perguntou isso? Pensa que é assim que você pode conseguir algum dinheiro para comprar um brinquedo ou algum outro disparate? Vá para o seu quarto! Pense sobre o quanto você está sendo egoísta. Eu não trabalho duramente todos os dias para essas infantilidades.

O menino foi calado para o quarto e fechou a porta. O homem se sentou e ficou ainda mais nervoso ao pensar em tudo aquilo. “Como ele ousa fazer essas perguntas só para ganhar algum dinheiro?” Depois de uma hora, o pai tinha se acalmado. Talvez houvesse algo que o filho realmente precisasse comprar com os 25 reais, porque ele realmente não pedia dinheiro com muita frequência. O homem foi para a porta do quarto do menino e a abriu.

– Você está dormindo, meu filho?

– Não, pai, estou acordado.

– Estive pensando... Talvez eu tenha sido muito duro com você – disse o homem. – Tive um longo dia e acabei descarregando em você. Aqui estão os 25 que você me pediu.

O menino se levantou sorrindo. “Oh, obrigado, pai!”, gritou. Então, pegou o travesseiro ele tirou dele alguns trocados amassados.

O pai viu que o menino já tinha algum dinheiro e começou a se enfurecer novamente. O menino lentamente contou o dinheiro e em seguida olhou para o pai.

– Por que você quer mais dinheiro, se você já tem? – grunhiu o homem.

– Porque eu não tinha o suficiente, mas agora tenho – respondeu o menino, e prosseguiu: – Papai, eu tenho 50 reais agora. Posso comprar uma hora do seu tempo! Por favor, chegue mais cedo amanhã em casa. Eu gostaria de jantar com você.

O pai foi destroçado. Ele colocou os braços em torno do filho e pediu perdão.

Os filhos, a família são nosso “bem” mais precioso neste mundo. Não podemos nos esquecer disso.[texto de Michelson Borges]

domingo, 2 de maio de 2010

[Conto narrado] LETRAS ANTIGAS

Narramos o conto LETRAS ANTIGAS.

Basta clicar na imagem abaixo para ouvir o conto ou CLICAR AQUI.

LETRAS ANTIGAS


Para baixar o conto, CLIQUE AQUI (4Shared)

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Hoje tem Tô Sabendo - Tema: BALADAS



Hoje, 19h (brasília) tem programa Tô Sabendo pela www.radiojaca.com.br. Falaremos sobre convites para baladas. Vejo vocês lá.

Você ouve a rádio aqui no blog, ou no link: http://www.tosabendoja.blogspot.com.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Dia das Mães Chegando? Ouve a Lívia aí.

O dia das mães se aproxima, então desliga a rádio no canto (esquerdo) do blog e ouve minha Lívia Cruz cantando.


segunda-feira, 19 de abril de 2010

Novidade no Blog: Web Rádio 24h


Vocês devem ter notado que, agora, ao entrarem no nosso blog, começa a tocar uma boa música ao fundo. Isto acontece pois instalamos a Web Rádio Jovens Adventistas de Cruz Alta, também conhecida como RÁDIO JACA.

Por algumas semanas acompanhei a Rádio Jaca e conheci seu idealizador, o jovem estudante de jornalismo Rafael Brondani. Gostei muito da iniciativa dele e comecei a dar "pitacos" na rádio, fazendo sugestões e descobrindo que a Jaca existe há seis anos e é custeada pelo próprio Rafael.

Para provar para mim que uma rádio não é nada fácil, Rafael me convidou para montar um programa e vincularmos na JACA. O resultado disto é o programa Tô Sabendo! que vai ao às sextas-feiras, às 19h. Depois deste programa, o Rafael Brondani entra ao vivo, batendo papo com a galera on line no orkut, msn e twitter... coisas da nossa era tecnológica que aproveitamos para comunicar as boas novas do nosso DEUS.

Fora desses horários, são 24h de música sacra de ótima quailidade, durante 7dias da semana, sem intervalos.

É incrível como um horizonte de possibilidades estão se abrindo para o evangelismo na Internet. Não podíamos deixar de fazer parte desta ideia maravilhosa.

Em nome do site DENISCRUZ e da direção da RÁDIO JACA, gostaria de convidá-lo a não só ouvir esta rádio, mas auxiliar-nos na divulgação dela. Para isto, criamos um código de instalação da JACA em seu site e blog e basta você acessar e seguir as instruções do link abaixo.

Grande abraço e muitas bençãos a todos,

Denis Cruz

COMO OUVIR A RÁDIO JACA:
Você pode ouvir a rádio nos seguintes links:
www.deniscruz.com.br
www.radiojaca.com.br
www.nagelepodenski.blogspot.com
www.tosabendoja.blogspot.com
A rádio JACA também está linkada no site do amigo Ezequiel: www.radioja.com.br

COMO INSTALAR A JACA EM SEU BLOG:
Montei um pequeno roteiro e um código HTML na comunidade do orkut. Basta CLICAR AQUI.

ESPAÇO PARA NOVOS TALENTOS MUSICAIS:
Vamos receber material (áudio) e apresentaremos na Rádio JACA, durante o programa ao vivo, num espaço de Música Alternativa.

Vamos às regras iniciais (novas podem surgir):
1. A música deve estar gravado em uma boa qualidade.
2. A música deve ser de autoria do intérprete ou o intérprete deve apresentar a música em conjunto com o compositor.
3. As músicas serão inicialmente avaliadas pela equipe da rádio e só será veiculada depois de aprovada.
4. Somente apresentaremos músicas evangélicas e dentro dos padrões já tocados pela rádio. Nos reservamos no direito de não reproduzir as músicas que nos serão enviadas.
5. Ao nos encaminhar o email com a música, o compositor e/ou intérprete deverá informar, expressamente, que autoriza a reprodução da música, sem qualquer ônus para a rádio JACA.

As músicas, ou dúvidas, devem ser enviadas para deniscruz@deniscruz.com.br
MAIS INFORMAÇÕES NO ORKUT. CLIQUE AQUI.

PARA INTERESSADOS:
Se você gostou da ideia e quer ajudar de alguma forma, seja mandando material, patrocínio (pois a rádio tem custos) ou até anúncios, entre em contato, incialmente, comigo, através do email deniscruz@deniscruz.com.br.


sexta-feira, 16 de abril de 2010

Programa TÔ SABENDO!



Hoje (16/05/2010), às 19h, estreamos o programa de rádio TÔ SABENDO!

O programa tem a proposta de abordar de maneira franca e direta assuntos que estão na cabeça da galera.

Hoje vamos falar sobre namoro.

Para ouvir, É só acessar o blog do programa ou da rádio: http://www.tosabendoja.blogspot.com/, http://radiojaca.blogspot.com/.

Espero vocês lá.


Abração,

Denis Cruz

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Quarta-feira de cinzas


Rodrigo vinha andando pela calçada. Sem camisa, o sol refletia na pele suada, cintilando em alguns confetes e purpurina. Quarta-feira de cinzas, sol a pino, e ele alegre, pois tinha passado o feriadão com colegas, festando até o limite da exaustão.

Pulou carnaval, embriagou-se. Drogas não, pois recusou as incontáveis vezes que lhe ofereceram pelo menos três tipos de entorpecente, com um educado: “Deixa para a próxima!” Sim, quem sabe outra vez.

Ficou com quase uma dezena de garotas nos dias da festa, sequer lembrava-se do nome delas e trazia no bolso números de telefone e contatos de e-mail de outras tantas. Preocupou-se por um momento, pois não se lembrava de ter se prevenido nas relações sexuais que, embriagado, manteve.

Ainda divagando nessas lembranças de euforia passageira, foi arrebatado por assovios de uma turma nas janelas de um ônibus: “Ei Rodrigo!”, “Saudades, maninho!”, “Visita a gente no sábado!”

Da calçada, Rodrigo retribui o aceno e seu estômago revirou quando viu Camila descendo do coletivo; feliz, radiante, mochila de tralhas e barraca nas costas.

- Oi Rô! – disse ela com aquele sorriso apaixonante de sempre. – Como foi o feriadão?

- Foi bom – ele respondeu e começaram a caminhar juntos. A verdade é que sentia vergonha de contar qualquer detalhe para a amiga... Aliás, Camila não era apenas amiga da época de igreja. Eles foram namorados.

- O meu foi maravilhoso – disse ela e começou a contar detalhes do retiro espiritual com a galera da igreja. – Perfeito, Rô, simplesmente perfeito. Vou guardar aquilo tudo, cada momento, para o resto da minha vida.

Rodrigo sabia do que ela estava falando. Felicidade. Já tinha sentido aquilo, de forma tão intensa, no passado. Muitos desses momentos foram compartilhados com Camila, sua namorada na época. Mas ele quis “conhecer mais do mundo”, “viver intensamente”. Deixou a igreja; deixou Camila.

- Nós oramos por você – disse ela de forma franca. – Você faz falta para o grupo.

“Para o grupo?”, pensou Rodrigo, “E para você?”. A resposta era um tanto óbvia. Camila já tinha superado. Ele não tinha noção de quanto a jovem sofreu com a separação. Chegou até a culpar-se pelo rompimento, pois era convicta em preservar sua castidade no namoro. Até mesmo esta convicção foi abalada e pensou em tentar segurar o namorado cedendo às suas exigências. Bem... o tempo passou. Camila se recuperou, pois se firmou na Rocha que é Cristo.

Rodrigo, por seu turno, sabia que sua alegria era passageira. Uma máscara, como a de carnaval. Sentia alegria frívola, mas não felicidade verdadeira. Incomodava-se depois das baladas. A saudade dos amigos e da igreja era uma constante. O vazio que antes era preenchido por Jesus agora ecoava com os choros da alma.

- Ainda dá tempo para eu voltar? – ele parou e perguntou. Camila deu mais dois passos, também parou e virou-se. O sol do meio dia prateando seus cabelos claros.

- Para Jesus? Sempre. Ele te espera e de braços bem abertos.

- Eu quero voltar – disse com sinceridade e, depois de uma pausa, fez nova pergunta: - E para você, ainda há tempo?

- Rô, você quis conhecer mais do mundo e perdeu o universo que eu tinha reservado para nosso amor. Tudo seria no tempo certo, no tempo de Deus.

Camila virou-se e, enquanto caminhava, gritou:

- Te vejo na igreja, meu irmão.

quarta-feira, 24 de março de 2010

[Artigo] A importância do perdão


“I João 1:9 Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.”

- Peça desculpas para sua irmã, Kalel – eu disse imperativamente para meu filho.

- Desculpa! – disse ele com voz irritada.

- Diga que o perdoa, Lívia – falei para minha menina.

- Tá desculpado! – ela disse, com o mesmo tom de quem estava nervosa.

- Agora se beijem – dei a última ordem e vi que minhas duas crianças deram o que mais parecia uma cabeçada do que um beijo.

- Tudo certo agora? – perguntei e observei o bico dos dois.

- Tá– disse Lívia, ainda braba - Agora vamos brincar – agarrou o irmão pela mão e foram correr pelo quintal.

Sentado na cadeira, fiquei olhando. Há minutos atrás tinham se engalfinhado. Fizemos o “ritual das desculpas” com bicos e caretas e, agora, eles brincavam como se nada tivesse acontecido.

Pediram perdão, perdoaram (fazendo cara feia, é bem verdade), mas, o mais importante de tudo, agora sentiam que tudo tinha passado; eram irmãos novamente.

Mais do que pedir perdão e perdoar, precisamos sentir que estamos perdoados; precisamos sentir que tudo já passou.

Deus nos perdoa integralmente, mas, às vezes, nós não nos perdoamos; nós não sentimos que estamos limpos, que tudo ficou para trás.

Quantas vezes erramos? Quantas coisas terríveis fizemos aos olhos de Deus? Quantas vezes nos arrependemos e pedimos perdão? Para nosso relacionamento com Deus voltar a ser o mesmo de sempre, não basta o “ritual das desculpas”, precisamos sentir que tudo já passou.

Não importa o que ficou para trás, não importa quão longe caminhamos de Deus. Basta segurar em suas mãos agora e começar do zero; sentir o renovo desse Pai Redentor e seguir em frente.

Se Deus o perdoou, não se condene. Sinta o completo perdão de Deus e viva feliz.

Denis Cruz

quinta-feira, 18 de março de 2010

A PRIMEIRA VEZ DE DALVA - Um conto de Douglas Reis*


A menina de quase dezesseis anos saíra do chuveiro com uma dúvida. Andava de ropão pelo quarto, procurando de cabide em cabide algo que a deixasse à vontade, mas que não parecesse muito vulgar. Seria uma noite e tanto! Quando finalmente se decidiu por uma calça não muito justa acompanhada pelo seu suéter preto, borrifou o melhor perfume pelo pescoço e pulsos. Logo, Mailcon viria.

“Dalva, telefone”. Ouviu a mãe chamar-lhe. Sobressaltou-se: ninguém poderia saber de nada. Seus pais não entenderiam. Ela já estava grande e tinha que andar com suas pernas. “Alô?”. Ufa!, era a Juli, da mesma sala em que estudava. A outra adolescente queria saber se Dalva topara o convite de Mailcon. Ela balançou afirmativamente a cabeça antes de falar, esquecendo-se de que a amiga não podia vê-la. Confessou que estava nervosa, e não era para menos: seria sua primeira vez.

As duas conversaram por uns dez minutos e Juli lhe desejou que aproveitasse muito bem aquela noite. Estaria rezando por ela. Dalva subiu os degraus antes que a mãe viesse perguntar por que sussurrara no telefone. Passou a chapinha nos cabelos, pôs uma maquilagem discreta e se olhou no espelho. “Acho que estou bonita”, confessou em voz audível.

Dali a uns poucos minutos, um monza de cor metálica parou na porta da casa. Dalva olhou pela janela e foi ligeira abrir a porta. Já dissera à mãe que sairia com o pessoal da escola. Não era exatamente uma mentira, já que Mailcon, um homem charmoso, de uns quarenta anos, trabalhava na biblioteca da instituição. Os dois se conheceram ali, e se falaram muitas vezes. Naquela noite, ele comprimentou Dalva, que se mostrava visivelmente nervosa.

Como estava cedo, pararam em uma lanchonete.
“Você quer mesmo ir?”, perguntou Mailcon, após uns cinco minutos, com sua voz de barítono.

“Bem, eu sempre tive curiosidade… Acho que vou gostar.”

“Farei tudo para que você se sinta tranquila; o ambiente é muito apropriado para a gente estar em paz.”

Falaram de outras coisas, até que Mailcon, olhando o relógio percebeu que já era a hora.

Pelo caminho, Dalva realmente se empolgara, pensando em como seria aquela noite. Na última semana, até sonhara com isso. Não queria esperar até o casamento para entrar lá. Tinha que aproveitar a oportunidade.

Chegaram. Dalva observou as letras luminosas do letreiro. Sentiu um calafrio. Quase retrocedeu; mas, depois do convite de Mailcon, e com toda aquela “produção”, não poderia desistir.

Foram chegando, passando pela entrada, mudos, estudando o momento. Até que uma senhora, de terno bege se aproximou de Dalva e, sorridente, lhe estendeu a mão: “Bem-vinda à nossa igreja!”

* Pr. Douglas Reis mantém o Blog Questão de Confiança. É autor do livro Paixão Cega, a ser lançado pela CASA nos próximos meses.

sexta-feira, 12 de março de 2010

O Mundo Está Mudando


“O mundo está mudando: posso senti-lo na terra, posso senti-lo na água, posso farejar no ar.”
Palavras ditas pelo personagem Barbárvore, da saga Senhor dos Anéis (Livro 3 - O Retorno do Rei)*

A frase acima, escrita por Tolkien há mais de meio século, enquadra-se perfeitamente no tempo em que vivemos.

Podemos sentir os sinais na terra, na água e no mar.

Às vezes sinto como se o mundo se preparasse para um evento grandioso, algo que realmente mudará tudo o que vemos e conhecemos.

Não quero parecer alarmista, mas basta olhar ao nosso redor. Os sinais estão em toda parte. Terremotos (terra), Tsunamis (água), mudanças climáticas (ar). Parece que tudo anuncia que o mundo está mudando, como que indicando o “princípio das dores” – Marcos 13:8: “Porque se levantará nação contra nação, e reino, contra reino. Haverá terremotos em vários lugares e também fomes. Estas coisas são o princípio das dores.”

Até o tempo parece estar passando mais rápido. Mal começamos a semana e ela está terminando. Mal entramos no ano e logo ultrapassaremos a metade de seu primeiro trimestre.

Ainda me lembro de uma época em que o ano parecia não passar. O ano realmente parecia “um ano”. Agora, este mesmo período parece “voar”, como dizem.

A princípio, pensei que esta velocidade do tempo era consequência de meu novo estilo de vida adulta. Na juventude, talvez, os dias pareciam passar mais devagar. Agora, com tantas responsabilidades e agenda sempre lotada, eu teria esta impressão de que o tempo passa mais rápido.

Com isto em mente, questionei um amigo de mais experiência. Quando eu era um garoto, ele estava justamente na minha atual fase de vida. perguntei-lhe: - Na sua época de maior atividade, parecia que o tempo passava tão rápido?

- Não! – ele respondeu. – Mesmo com toda a correria daquela fase, ainda sinto que hoje está diferente.

Só posso reafirmar: O mundo está mudando. Há cosias grandiosas para acontecer e a terra as anuncia. Não temos ideia de quanto demorará para acontecer – se breve ou se passos lentos – mas uma cosia é certa: irá acontecer!

Mas uma questão se impõe: O que vai acontecer?

Quer mesmo saber? Não vou contar. Você vai ter que pesquisar por si mesmo, mas posso dar uma dica onde encontrará todas as respostas: O QUE IRÁ ACONTECER?


* Na versão cinematográfica esta fala é de Galadriel e é a introdução do primeiro filme.
Ps.: Ouço os passos de um deus que se aproxima.

Denis Cruz
deniscruz@deniscruz.com.br
www.deniscruz.com.br


segunda-feira, 8 de março de 2010

Já que é dia das Mulheres... (de Franciellen Mendes)

Um texto (mais que interessante) da Professora Franciellen Mendes


Este negócio de mulher ter um dia especial: coisa mais feminista!

Tudo bem... é fofo!

Mulher ama isto, ser notada, chamada de linda mesmo que descabelada e cheia de espinhas... mas mentir é feio!

Tudo bem, se a mentira for só um dia do ano, né?

Está ai o grande problema!

Não dá para acreditar quando se houve com data marcada, horário certo e combinado.

Não gosto desta data, como não gosto de tantas outras.

O comércio enriquece, as pessoas se metem em dívidas, compram quando faltam palavras.

Não quero nada!

É isto ai!

Um protesto a pobreza de palavras!

Coma “um Aurélio” (dicionário), mas diga algo, escreva algo, FAÇA algo de você mesmo.

E aquelas mensagens de celular?

Aquilo é uma praga!

Corre-se o risco de receber mensagem com nome trocado, afinal, não vai pensar que o outro perdeu tempo escrevendo exclusivamente pra você, quando ele precisa enviar pra todas as mulheres que consta na agenda do celular!

Então, se quer dizer que a mulher tem valor, ou melhor, esta mulher aqui (euzinha), use outro dia qualquer, risque algum versinho, mesmo que sem criatividade, ou faça um desenho num pedaço de papel guardanapo, mas faça você mesmo, use o punho, os dedos e os neurônios, que seja algo SEU!

Não vou mandar recados de orkut pra mulher alguma, digo outro dia, em outro momento, mas todas sabem que são FANTÁSTICAS todos os dias, e isto é ainda melhor.

Aos que tiraram um tempinho no “copiar/colar” qualquer versinho, obrigada.

Para quem tirou dois tempinhos e escreveu: “mala, tu é terrível... mas é mulher!” Dois obrigadas. (pela originalidade)

E pra quem esqueceu, não está nem ai? Estamos ‘kits’.

Então, para as mulheres que leram até o final este quase jornal, e para os homens que perderam o tempo de igual maneira... lá vai um beijo, um abraço virtual... e a lembrança que isto tudo são só palavras, um abraço calado e sincero, valem ainda bem mais!

..........

Gostou? Conheça o Blog da Profª. Franciellen: http://franciellen21.blogspot.com/

Vida por Vidas*



No fim de 2009 eu estava em Jaú, acompanhando minha mãe (Mercedes) em um tratamento de linfoma. Eram as últimas fases do tratamento que durou um ano, culminando com a necessidade de um transplante de medula óssea.

Apesar de todas as dificuldades e das incontáveis pedras que encontramos pelo longo caminho que percorremos, minha mãe estava se recuperando bem.

Logo após o transplante, na fase de recuperação, estávamos na sala de atendimento do hospital Amaral Carvalho, em Jaú. Minha mãe estava fraca, cansada. Naqueles dias, eu precisava conduzi-la pelos intermináveis corredores do hospital em uma cadeira de rodas, pois ela não tinha forças para caminhar os trechos necessários para alcançarmos o ambulatório.

Fazia cinco dias que esperávamos por uma transfusão de plaquetas, mas o hospital não tinha o suficiente em seu banco. Questionei a enfermeira se eu poderia fazer doação direta de plaquetas à minha mãe e ela respondeu afirmativamente, pedindo que eu me deslocasse ao setor responsável.

E assim procedi, mas fiquei decepcionado ao saber que eu não poderia doar plaquetas, pois isto só era possível para pessoas que já haviam doado sangue antes e eu não era um doador.

Num momento difícil como o que estávamos passando, tendo a solução correndo dentro de minhas veias, eu não pude servir de socorro para minha mãe. Isto ocorreu por um motivo bem simples: eu nunca havia doado sangue antes.

Eu não saberia dizer quantas bolsas de sangue e plaquetas minha mãe recebeu durante todo o ciclo de seu tratamento. Ela costuma dizer que nem deve ter mais sangue dela em suas veias, mas ali deve correr a vida doada por outras anônimas pessoas.

Esses heróis anônimos fizeram pela Dona Mercedes o que eu não pude fazer e, se um dia, precisarem socorrer um dos seus, certamente não encontrarão o impedimento que eu encontrei.

Sou grato a essas pessoas que, com suas vidas, salvam vida.

Denis Cruz
deniscruz@deniscruz.com.br


* VIDA POR VIDAS: Este é um projeto anual promovido pela Igreja Adventista do 7º Dia. Criada em 2005 e premiada em 2006 pela Organização Mundial de Saúde, a campanha já somou mais de 300 mil doadores em oito países da América do Sul.
Hoje o Vida por Vidas conta com doações trimestrais, o que mantém uma regularidade dos doadores. O grande objetivo é suprir a demanda dos estoques de sangue nos hospitais e hemocentros, através do estabelecimento do hábito de doar sangue e também da conscientização de cada cidadão, quanto à importância de ser um doador regular.
Saiba mais sobre o projeto acessando: www.vidaporvidas.com.br

domingo, 7 de março de 2010

Não existe mulher inteligente - Um conto de Denis Cruz

(Este conto é minha homenagem às mulheres, pelo seu dia)

Patrício, no auge de seus trinta e dois anos de solterismo, era um convicto machista. Mantinha com orgulho um blog onde descrevia teorias do machismo, muitas delas de sua própria autoria.

Dedicava pelo menos uma hora e meia por dia para atualizar o blog e responder aos insultos das feministas e demais mulheres ofendidas e, acredite, não era nada difícil uma mulher se ofender com o teor de seu sítio. Elas odiavam, especialmente, os artigos nos quais ele surrava a falta de inteligência das mulheres.

Aliás, eis a parte que ele mais adorava: espancar o que ele chamava de falta de cérebro feminino.

Deleitava-se escrevendo frases do tipo: "Mulher inteligente é aquela que consegue controlar o painel do micro-ondas"; "Mulher inteligente é aquela que sabe, de cabeça, pelo menos duas receitas de pratos salgados e uma de sobremesa. Exigir mais que isso é pedir o impossível." Essas e outras pérolas da mente machista faziam seu blog alvo de feministas.

Na manhã fresca de uma segunda feira, Patrício vestiu uma camiseta branca e um jeans surrado. Era seu dia de folga e pretendia estrear um "gol bolinha" que havia comprado no sábado. Uma verdadeira bagatela. Mal acreditava que havia economizado uns cinco mil reais na compra daquele carro.

A princípio, chegou até a desconfiar da origem do veículo, mas o vendedor apresentou uma série de extratos do Detran, atestando a regularidade do carro. Não perdeu a chance, comprou o automóvel com suas economias. Até uma mulher teria achado aquilo uma ótima oportunidade de negócio, ele pensou, não podia perdê-lo.

Claro, antes de fechar o negócio, fez toda a conferência mecânica do carro e, estando tudo perfeito, selou o trato.

Com recibo assinado na mão, meteu-se no gol bolinha, de cor branca, e saiu pela cidade. Abriu bem a janela e sentiu o vento bater no rosto. O carrinho chegava a cheirar a novo. Que maravilha.

Ali pelo centro, o trânsito afunilou um pouco, ficando mais lento. Percebeu, então, que estava indo para uma "batida policial". Que mal tinha? Nenhum, pois a documentação de seu carro novo e a pessoal estavam em ordem.

Obra do acaso - ou não - seu carro foi um dos barrados.

- Documento pessoal e do veículo, por favor. - Disse o policial com a etiqueta "Almeida" colada na farda azulada.

Patrício atendeu sorridente. Mesmo tudo regular ficou nervoso olhando a expressão impassiva do Policial que foi até a traseira do golzinho e conferiu os dados com a placa.

- Tudo certo seu guarda? - perguntou Patrício quando o policial voltou para a janela aberta do seu carro.

- Sim. Tudo em perfeita ordem. - disse o policial sem dar o mínimo sorriso. - Pode seguir.

- Obrigado, seu guarda. - respondeu Patrício relaxando. Aquilo apenas confirmava que havia feito um negócio da China. Não havia nada de errado com seu carro novo.

- EI ESPERE ! - gritou uma voz feminina quando Patrício já havia ligado o motor.

Uma policial de cabelos negros presos embaixo da boina parou no vidro do carro, do lado do carona. Patrício abaixou o vidro para atender a policial etiquetada como "Jalinsk".

"Aff, uma mulher!", pensou ele enquanto sorria amareladamente e ainda com o motor ligado. "Uma mulher PM? Acho que ela tá na corporação por ter neurônios suficientes para não se perder no caminho da cozinha quando vai buscar cafezinho para os policiais de verdade." Riu consigo mesmo enquanto curtia seus pensamentos machistas.

- Desligue o motor, por favor - ordenou a policial e Patrício obedeceu sem tirar o sorriso disfarçado da sua cara lavada. - Quero só verificar um detalhe, se o senhor não se importar - disse ela educadamente.

- Claro, claro. Sem problema - respondeu saindo do carro.

Quando fechou a porta, viu que a policial Jalinsk estava abaixada perto da placa traseira do carro e ouviu quando ela disse com tom autoritário para o policial Almeida:

- Você não conferiu o lacre?

- Não, Capitã - respondeu o homem.

"Molenga." Pensou Patrício parando ao lado deles. "Deixando uma mulher falar dessa maneira? Ela só deve entender o que é lacre de tapeware, vai lá entender de lacre de placas."

- Abre o capô para nós, por favor - disse a oficial se levantando.

Patrício obedeceu prestativo. "Tinha que ser mulher." pensou ele observando a policial debruçada sobre o motor. "A anta me faz perder tempo aqui, fingindo para os colegas que entende de alguma coisa."

- O Senhor comprou onde este carro? - perguntou ela.

- Na pedra - respondeu o homem sem perder a compostura.

- Pagou quanto? - continuou o questionário e Patrício respondeu. - Mas isso não é bem abaixo do valor desse carro?

- Sim, senhora. Uns cinco mil - respondeu Patrício e ousou um tom mais desafiador. - Agora é crime fazer um bom negócio?

- Agora não. Sempre foi - disse ela. - O senhor está preso por receptação culposa. Esse veículo está com o chassi adulterado e documentos frios. É um carro clonado.

Patrício ficou branco, azul, verde e amarelo, não necessariamente nessa ordem. Não conseguiu responder nada enquanto xingava mentalmente aquela "policial burra" à sua frente. Não dá para publicar os impropérios que passaram na mente de Patrício.

- Clonado? Como assim? - conseguiu finalmente dizer.

- Clonado quer dizer clonado. Tem por aí um carro igualzinho ao seu, só que legal, legítimo. Aí algum espertinho rouba esse carro, duplica os documentos, placas, etc., e põe o carro roubado pra rodar.

O policial Almeida chegou com um extrato na mão, tirado a partir de um número que a capitã lhe forneceu.

Ela analisou bem o documento e disse:

- Passei para o soldado Almeida o chassi original que achei gravado ali. Esse carro é produto de roubo ocorrido há sete dias - Levantou os olhos para Patrício. - Como eu disse, o senhor está preso.

Almeida foi algemando o pobre coitado, virando suas mãos para trás. Não conseguiu esboçar qualquer reação, mas sua vontade era chutar a cara da policial.

"Sem problema", pensou, já sacolejando atrás do camburão que partia em retirada. "Na delegacia eu explico pro delegado o que essa anta não consegue entender."

Chegaram na 13ª DP. Puxaram Patrício pelos fundinhos e foram levando o pobre diabo algemado pelo corredor gelado. Sentaram-no num banco duro, ao lado de um bêbado que fedia qualquer coisa que só podia ser denominada como carniça, uma mistura de pinga com arroz azedo.

O bêbado dormia recostado na parede, roncando de boca aberta e babando pela barba preta e rala.

- A Dra. Mirian vai atendê-los - disse um escrivão civil saindo de um dos gabinetes da Delegacia.

- Doutora? - disse Patrício num sobressalto. - Doutora?

- É, Doutora - respondeu o escrivão enquanto a capitã Jalinsk entrava na sala.

Com cara de desconcertado, Patrício foi puxado pela algema e jogado numa cadeira em frente à delegada de cabelos loiros. Ela ouvia as explicações da Policial Militar. "Como que uma mulher passa num concurso pra delegado?"

A Dra. Mirian virou-se para Patrício e ele explicou sua versão.

- E onde estão os tais documentos que o vendedor apresentou para o senhor, demonstrando que o veículo era legal?

- Joguei no lixo depois de ver que estava tudo perfeito e fechar o negócio - sequer conseguiu olhar para a Delegada, que torcia o nariz diante de uma versão tão estúpida.

- O senhor acha que sou burra? Que sou palhaça? - perguntou a delegada num tom de voz mais que calmo.

"Sim. Burra, anta, idiota, etc., et.c, etc."

- Claro que não. Mas eu juro que é verdade - disse ele preferindo não insultar a delegada.

- O senhor jura? Acho que o senhor está confundindo. Isso aqui é uma delegacia, não uma igreja. Eu sou uma delegada, não um padre.

Patrício queria esganar a delegada que falava com uma voz quase melodiosa, de tão educada.

- Eu sei - disse ele contendo um turbilhão de xingamentos.

- Então o senhor tinha plena ciência da origem ilícita do veículo? - ela perguntou.

- Claro que não - disse ele fazendo cara de coitado.

- Mas pelo menos suspeitava disso, por causa do preço que foi oferecido?

- Sim, tanto que pedi os documentos para provar que o veículo era quente.

- Ah sim - a delegada recostou-se na cadeira. - E onde estão os tais documentos do Detran que o vendedor mostrou ao senhor.

- Joguei. Eu já disse - Patrício parecia um pinto molhado encolhido na sua cadeira de couro rasgado.

- Claro, claro. O senhor está preso. Vamos fazer o flagrante. O senhor tem advogado?

- Tenho um amigo que é advogado.

O escrivão o levou para uma sala e Patrício ligou para o colega.

- Tibúrcio - disse ele no telefone. - Comprei uma droga dum carro roubado. Tô preso, vem me soltar.

- Que coisa hein, Patrício - disse a voz do outro lado da linha. - Olha, eu só mexo com direito tributário, não entendo patavina de penal. Mas mando um dos melhores colegas que tenho nessa área. Só esperar.

E esperaram. Meia hora depois uma mulher de cabelos negros, vestida com uma saia e terno marrons, muito discreta e de pasta na mão, entrou na sala onde estava Patrício.

- Sr. Patrício? - disse ela estendendo a mão.

"Aff, me mandaram a secretária do tal advogado."

- Sim - levantou-se algemado.

- Sou a Dra. Liana.

- Doutora? - olhou, desesperado.

- Sim. Conte-me o que aconteceu - sentou-se em frente ao cliente.

Patrício estava novamente nas mãos de uma mulher burra e ignorante, como ele as conceituava. Para o machista, a advogada à sua frente desconhecedora do universo "homano" e de como funcionava a Pedra, onde se vende os veículos.

Sem ter outra saída, contou sua versão para a advogada.

- Você foi um idiota jogando os documentos do Detran e mais idiota ainda tendo falado quanto pagou pelo carro - disse ela enquanto abria o código penal em seu colo e leu: - Parágrafo terceiro do artigo cento e oitenta: adquirir coisa que por sua natureza ou pela desproporção entre o valor e o preço deve presumir-se obtida por meio criminoso.

- Não entendi porcaria nenhuma - resmungou Patrício encolhendo-se no banco surrado.

- Significa que quando alguém oferece uma coisa muito abaixo do que realmente vale é porque tem alguma coisa estranha. A pessoa que presume isso e mesmo assim compra a coisa, comete o crime de receptação culposa. Ela não tem certeza que é produto de crime, mesmo assim se arrisca.

- Aff! Mas eu pedi os documentos do Detran pro cara.

- E cadê os documentos? - Perguntou a Dra. Liana, sapateando o salto bico fino no chão.

Patrício deu de ombros, com cara de cachorro molhado.

- Pois é. A delegada acha que você sabia da origem ilícita, por isso tá detendo você até agora. Ela tem a esperança de você dedurar os outros membros da quadrilha.

- Quadrilha? Que quadrilha doutora, sou homem honesto, trabalhador, pagador de imposto.

- Eu sei... eu sei... - acalmou ela. - Vou convencer a delegada disso. O crime de receptação culposa é de menor potencial ofensivo...

- Menor o quê?

- Esqueça os detalhes técnicos, Patrício - cortou-lhe a advogada. - Deixe isso pra quem conhece, ou seja, pra mim.

Patrício queria dar um soco no olho da advogada. Era inadmissível estar nas mãos de uma mulher que se julgava inteligente.

- Então - continuou ela, - crimes desse tipo nem precisam de flagrante. Faz-se um Termo Circunstanciado de Ocorrência e você sai livre agora.

O moribundo só entendeu a parte do "sai livre agora", o resto era receita de yakissoba escrita em japonês.

- Eu saio agora?

- Sim. Vou tentar - fechou o código em seu colo. - Vou conversar com a delegada. Se eu não conseguir convencê-la, aí vou ter que pedir liberdade provisória ou relaxamento da prisão para a juíza. Em seguida, a Promotora dá o parecer e você está na rua.

- JUÍZA? PROMOTORA? - exaltou-se Patrício.

- Sim... algum problema?

"Isso aqui é o inferno." Pensou enquanto murchava no banco. "Ou é a ilha de Lesbos, sei lá. É um complô, uma armação das feministas que frequentam meu blog. Não pode uma mulher passar num concurso pra promotor ou juiz. Agora os desembargadores e procuradores estão apadrinhando as filhas, sobrinhas, enteadas, seja lá o que for..."

- Não - respondeu patrício com a voz afinando. - Não sabia que era promotora e juíza que atendiam essa DP.

- É sim. Muito boas por sinal. As melhores que já passaram pela vara criminal nos últimos anos.

A Dra. Liana deu o preço de seus serviços para Patrício que sentiu novamente o ventre remexer e, fechado o negócio - onde foram para o ralo os cinco mil reais economizados na compra do veículo e descobriu que havia perdido o carro, sem chance de recuperar algo que era produto de roubo e não lhe pertencia. A advogada se levantou e foi para a sala da delegada. Devem ter tricotado os primeiros quinze minutos e depois discutido o mérito da questão.

Meia hora depois, voltou para a sala do pobre diabo que recitava em sua mente frases de desdém à raça "mulherana". Ela disse:

- Você está livre. A Dra. Mirian vai elaborar um termo circunstanciado e você vai responder a acusação só no Juizado Especial de Pequenas Causas Criminais. Ali, rapidinho, provamos sua inocência e você não corre nenhum risco de ser preso, mesmo se, numa remota possibilidade, for condenado.

O alívio de Patrício foi tão grande que ele quase pulou da cadeira.

- Ai, doutora, que bom que o Tibúrcio mandou a senhora - quando se deu conta já tinha reconhecido a capacidade da advogada e estava quase chorando na frente dela.

Se recompôs e fez uma cara séria - não sem antes enxugar uma lágrima maldita que escapou de sua cara de macho imaculado. Homem não chora.

- Obrigado, doutora - parecia um general, tanto na voz como na postura.

Depois de encerrado todo o procedimento policial, voltou para casa de carona com a advogada e deixou com ela três cheques como pagamento por seus serviços, que cobriam tanto a liberação como futura atuação perante o Juizado Criminal que viria a seguir.

Tomou um bom banho, descansou a mente e depois foi atualizar seu blog. Olhava a tela do computador pensando no que escrever. Pensou por alguns minutos e finalmente sorriu.

Escreveu o título para seu novo artigo: "Não existem mulheres inteligentes, porém, elas são muito bem relacionadas, apadrinhadas e conseguem se comunicar entre si. Se não cuidarmos, elas vão dominar o mundo." Desceu a lenha na mulherada, sem contar os detalhes de sua aventura naquele dia, em que mulheres de extrema capacidade ocupavam, merecidamente, cargos e funções de real importância para a sociedade.


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

[NOVIDADE] Blog HOJE, VEGETARIANDO!


Considerando que no livro Além da Magia abordamos, também, o aspecto da alimentação saudável, decidimos inaugurar um novo blog, contendo receitas práticas ovo-lácto-vegetarianas, para quem quer flertar (e quem sabe aderir definitivamente) com uma dieta mais saudável.

O blog Hoje, Vegetariando! nasce com a proposta de publicar receitas práticas, para quem quer variar o cardápio, livrando-se do regime cárneo pelo menos em alguns dias da semana.

Já contamos com cerca de 20 receitas e o blog tem sido alimentado diariamente. Visite-nos: http://hojevegetariando.blogspot.com/

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

ELE está lutando por nós!


No desfecho das cenas de Matrix Revolutions, o último da série, alguém pergunta onde está o herói, Neo, e um garoto responde: Ele está lutando por nós!

Em sua jornada mitológica, Neo revela-se como uma espécie de messias do mundo virtual, prometendo liberdade para os que estão cativos da “Matrix”. Porém, ele não faz só promessas, ele luta por seus ideais e, inclusive, por aqueles que pretende libertar.

Não raramente olhamos para o passado e vemos o quanto o nosso Messias Verdadeiro, Jesus, lutou por nós. Suas dores, Sua jornada, Seu sofrimento e o grande sacrifício final, entregando a própria vida para a salvação de cada um de nós, são evidentes.

Mas e agora, onde está Jesus? Neste exato momento, o que Cristo tem feito por este mundo? O que Ele tem feito por cada um de nós?

Em algum momento de nossas vidas, Jesus nos conquistou. Andamos com Ele, caminhamos ao Seu lado, vivemos Suas promessas.

Talvez, algo fez com que nos afastássemos ou duvidássemos dEle. Uma dor, novos “amigos”, dificuldades, conceitos do mundo moderno, enfim, há uma infinidade de coisas que podem se interpor entre nós e nosso Salvador.

O que importa saber é que, ainda hoje, Ele está lutando por nós. Continua se empenhando, nos atraindo para Seus braços e batalhando com todas Suas forças. Basta nos colocarmos de joelhos e recorrermos a este Lutador, pois Ele é a luz que nos guia para um lugar onde há a verdadeira paz; Ele é a força que nos faz andar, a esperança que faz confiar e a vida em abundância; é o Cristo que acalma as tempestades, que dá o repouso, que segura nossas mãos. Ele não vai nos deixar cair, pois está lutando por nós.

Assista ao vídeo abaixo e prepare-se para entender que Jesus continua lutando por nós.


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

[Receita Vegetariana] Salada Primavera

Considerando que uma das preocupações mencionadas no livro Além da Magia é o cuidado com a alimentação, vamos, a partir de agora, postar algumas receitas vegetarianas, começando pela conhecida "Salada Primavera".

SALADA PRIMAVERA

2 xícaras de abacaxi picado
2 xícaras de cenoura crua ralada
1 xícara de uva-passa
Uma pitada de sal
Limão a gosto (opcional)

Modo de fazer:
Lavar bem a uva-passas. Misturar em uma tigela os 3 primeiros ingredientes. Temperar com uma pitada de sal e limão a gosto.


DICA: Um pouco de hortelã e morango também combinam com a salada. Pedacinhos de manga cortados em cubo, igualmetne, vai muito bem.

(a imagem é meramente exemplificaticativa)

Tags: Receitas vegetarianas, saladas, receita vegetariana.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Acamp 2010 - Rio Negro/MS - DETONANDO GIGANTES

Acampamos em Rio Negro/MS nesse feriadão, ministrando o tema "Detonando Gigantes". Deus abençoou ricamente, num local maravilhoso e com um clima perfeito.

Meu abraço fraterno a todos os acampantes de Campo Grande e coxim, e meus agradecimentos ao nosso Deus que nos guiou até Rio Negro e nos trouxe a salvo até nossa casa.

Para visualizar as fotos do acamp, CLIQUE AQUI

A pedido de alguns acampantes, estou disponibilizando o esboço das mensagens ministradas em Rio Negro. BAIXE AQUI.

Mais fotos também podem ser baixadas clicando nos links em frente (EM BREVE). ARQUIVO 1 - ARQUIVO 2 - ARQUIVO 3.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Prisão - conto narrado

Narramos o conto PRISÃO.

Basta clicar na imagem abaixo para ouvir o conto.




Para baixar o conto, CLIQUE AQUI (4Shared)

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